Lá pela metade dos anos 80 participei – e disto tenho muito orgulho – de um grupo cristão alternativo denominado GCEC – Grupo Cristão de Estudos e Convivência. Hoje estava matando saudades da gente boa que lá conheci re-visitando o livro COMPROMISSO COM O SONHO, editado pelo GCEC, com parte de sua história, registro de sermões inspiradíssimos e dos “frontispícios” e “postifícios” de seus boletins semanais. Colocarei neste Blog, com o tempo, alguns trechos que tenho certeza vocês vão adorar. Por ora, tenham paciência, transcreverei uma contribuição minha publicada no Boletim 84 – pg. 170 – 171 do livro indicado.
 
“que delícias santas irei fruir,
junto a ti, no doce lar.”
(Hinário Evangélico)
No céu não haverá nem dores, nem clamores. Lá não haverá guerrar ou fome. Estas coisas ruins são próprias da terra. Aqui se cultiva desavenças, malquerenças e os ódios.
Na terra as pessoas se esforçam para obter riquezas e poderes despreocupadas dos demais seres humanos, ou melhor, utilizando-os para os seus propósitos. Também usam despudoradamente a própria natureza, arrancando dela, de imediato, tudo o que de melhor pode oferecer, sem o cuidado de recompô-la para o benefício e própria sobrevivência de gerações futuras.
No céu, onde mora um Deus bondoso e seu séquito de anjos, há paz e tranquilidade. Na terra. . .
Aprendi, recentemente, que as crianças quando começam a se expressar através de desenhos, representam céu e terra como duas faixas distintas e separadas. Na medida que se desenvolvem passam a unir as duas faixas, num esforço de melhor refletir a realidade visível de que céu e terra se juntam no horizonte.
Fazendo como os pequeninos, já não seria tempo de unirmos o nosso céu e a nossa terra, vivendo aqui como se já estivesemos lá? Não seria este o propósito do Reino anunciado pelo Cristo?