Transcrevo abaixo um texto de SÉRGIO CAVALINI que obtive no Blog MEMÓRIA ROHDEN

e aproveito para reiterar meu convite para visitarem esta página mantida por nossa amiga Professora Iris Gomes:

http://ihgomes.wordpress.com/

 

O ilustre pensador brasileiro Huberto Rohden tem uma característica peculiar nos seus maravilhosos textos filosóficos: a arte de escrever com profundidade aos leitores dos mais diversos credos e das mais variadas correntes filosóficas. O leitor que não se deixou contaminar pela escravidão das pseudo-verdades teológicas e dogmáticas que divergem e separam, ficarão elevados e entusiasmados com a Verdade que liberta, converge e une, que é a essência da sua mensagem espiritual e filosófica.

Em sua obra, Rohden transcende todas as horizontalidades do pensamento analítico e alcança estratosféricos voos da verticalidade intuitiva, estando em harmonia com os grandes gênios do pensamento filosófico-espiritual da humanidade, de todos os tempos e países.

Quando se refere ao Cristo que habita na alma humana e para além de todos os mundos, está falando do Eu divino, do Logos que reside essencialmente nos cristãos, nos budistas, nos hindus, nos judeus, nos muçulmanos e até nos agnósticos e ateus. Para Rohden, o Pai do Cristianismo, o Yaveh dos judeus,Alah dos muçulmanos, o Brahman dos hindus, são somente alguns dos mil nomes do Grande Anônimo que tudo permeia e vivifica.

Rohden demonstra que é possível encontrar ecos da Verdade libertadora no Evangelho, no Gênesis, na Bhagavad Gita ou no Tao Te King, demonstrando que a sabedoria é uma síntese do pensamento oriental e ocidental.

Muitos são os métodos – a meta é única. Pode o homem encontrar sua redenção em qualquer templo ou credo, igrejas, sinagogas, mesquitas ou pagodes; desde que a encontre primeiramente no centro da sua alma, na essência do seu ser.

 

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