SILÊNCIO.

Ele partiu.

Sempre entusiasmado, cheio de planos.

Chegou sua hora, sofreu, sofreu e partiu.

Deixou saudades. Isto é bom. São lembranças de momentos felizes.

Quando esbanjava saúde, Lembrava-me dele às vezes.

Ao menos nos aniversários, telefonava.

Quando podia visitava-o. Visitou-me também.

Quando internado, pedia por ele todos os dias.

Agora, sua lembrança me assalta a todo o momento. Creio na vida eterna e sei que está bem, mas dói a sua ausência. Talvez porque, como somos UM, seja ele parte essencial de mim mesmo.

Minha homenagem ao mano querido.

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