QUANDO ESTAVA PARA ME MUDAR, RASCUNHEI ESTE BREVE TEXTO. DEIXO-O COM VOCÊS PARA REINICIAR AS ATIVIDADES DO BLOG.

Deste lado do quintal, folhagens diversas e só esta pequena roseira.

Floresceu.

Pétalas brancas. Sugeria a inocência de raparigas em flor.

Olhava à sua volta e se sabia a rainha daquele canto – não, do quintal todo.

Deliciou-me alguns dias.

Aos poucos tisnou-se de rosa. Só umas pontas de início – coisa linda de se ver.

Depois, toda ela. Amadureceu-se de amor terno e carinhoso, como sugere sua nova cor. Não importa se é a mais bela (e o é), ela é o que é – uma rosa, rosa.

A mulher, como a rosa, tem suas fases na vida: inocência, encanto, sedução, aprende a amar os filhos, o companheiro, os parentes, os amigos… Repleta de empatia e compaixão torna-se exuberante como a rosa-rosa.